(Em CONSTRUÇÃO - SEM ACABAR) NOVO TEMPO PARA COMPARTILHAR DO ETERNO CONHECIMENTO - Por Artur Alonso
"Estamos aqui para semear e compartilhar, fazendo brilhar a Roda do Arco Íris neste início do Tempo do Búfalo Branco, trazendo a consciência da totalidade, a paz e a serenidade para os irmãos de todas as cores" (Hotashugmanitu Tanka - tirado do blogue "Caminho Nativo Ancestral")
Nikola Tesla, descortinou as infinitas possibilidades que o Poder Criativo Humano tem e, a ele devemos o conhecer que existe uma energia universal, que de ser bem estuda, compreendida e aproveitada pelos seres humanos, todo tipo escassa ilusão será definitivamente borrado do imaginário coletivo humano: abrindo a Era da Exuberância contínua, que deverá respeitar os ciclos necessários para regeneração da vida. O Poder Comercial Bancário foi capaz de silenciar Tesla, mas não de banir o seu legado…
O Círculo Eranos seguiu sua estela, reunindo-se durante 55 anos, a iniciativa de Olga Fröbe-Kapteyn, para afirmar as bases dum novo Paradigma “Cientifico – Espiritual” que está a mudar a humanidade, ao explorar abertamente os vínculos entre o Oriente e o Ocidente; dando maior sentido a esta transação em face dum despertar global para humanidade, que agora está devagar acontecendo.
As achegas da Física Quântica, e a afirmação de Niels Bohr, conforme: “uma verdade irrefutável, pode ter como contraposição outra verdade irrefutável”, junto a visão profunda de episódios quânticos como o da dualidade “onda – partícula”, onde o observador, não somente interfere, senão que pode mesmo mudar à realidade, tem aberto definitivamente a mão de ferro da imposição pela força. Velha cosmovisão amparada numa única compreensão da realidade: aquela do “direito natural” do mais forte a implementar a sua verdade.
Permitindo está complementaridade das perspetivas diferentes, devagarinho, fazer compreender aos seres humanos, que podemos ir rumando ate chegar ao total respeito pelas posições diferentes (pois estas no novo paradigma deixaram de ser divergentes, ameaçantes para nós e passaram a ser complementares e, por tanto, enriquecedoras da nossa própria realidade e experiencia vital única).
Esta marcha em face da sociedade dos Cidadãos é inevitável, o máximo que podem fazer os poderes mercantis financeiros das Oligarquias Privadas atuais - do poder único centralizado e não compartilhado - é tentar atrassar este progresso.
Para isso precisam de nossa colaboração. Por isso trabalham a colaboração ativa e passiva: Entorpecendo nossas mentes através do falso entretimento global, através do controle da Mídia Áudio visual, redes sociais - jogos em linha - online, do fomento da negatividade, do aprofundamento do mercado das drogas (legais e ilegais) como lubrificantes dum sistema económico já quebrado (mesmo quantificando esse comércio da morte dentro PIB, dos Estados).
Mas não podem impedir algo que é superior a seus domínios: a marcha cíclica da lei natural universal, com seus ritmos adequados que eles tentam modular em seu beneficio.
Como falam nossos irmãos e irmãs, das nações nativas norte-americanas - estamos no tempo novo do "Bufalo Branco" - o "Tempo das Nuvens Negras" chegou a seu fim - Em este novo tempo, através da beleza da entrega e do amor incondicional, o Grande Espírito coloca em nosso caminho as bênçãos de receber e compartilhar informações verdadeiras, que permanecem ainda na raiz oculta de todos os povos - esse profundo conhecimento ancestral espalhado pelo mundo e resguardado pelo tempo.
O Caminho Novo
"Havia Eru, o Único, que em Arda é chamado de Ilúvatar. Ele criou primeiro os Ainur, os Sagrados, gerados por seu pensamento, e eles lhe faziam companhia antes que tudo o mais fosse criado. E ele lhes falou, propondo-lhes temas musicais; e eles cantaram em sua presença, e ele se alegrou. Entretanto, durante muito tempo, eles cantaram cada um sozinho ou apenas alguns juntos, enquanto os outros escutavam, pois cada um compreendia apenas aquela parte da mente de Ilúvatar da qual havia brotado e evoluía devagar na compreensão de seus irmãos. Não obstante, de tanto escutar, chegaram a uma compreensão mais profunda, tornando-se mais consonantes e harmoniosos." (Tolkien - O Silmarilion)
Em sua introdução ao livro "O cérebro Quântico" Jefrey Satinover - nos descobre esta afirmação de Richar Feynman: "A nossa imaginação está agora expandida ao máximo possível, não por meio da ficção, em que imaginamos coisas que realmente não se encontram ali, mas tão somente para compreender as coisas que, de fato, se encontram a nossa volta"
Satinover nos explica como estamos a passar da visão materialista da "era do Iluminismo" (precisa para a humanidade ativar o seu mental racional) para a nova visão quântica - que impulsiona à nova humanidade a ativar sua parte mais intitulava ou seu "mental abstrato"
Max Planck afirmava não existir matéria, tal como nós acreditamos. Numa conferencia, em 1944, ele diz: "toda matéria existe apenas em virtude de u ma força e detrás dessa força devemos supor a existência duma mente consciente e inteligente"
Podemos imaginar essa mente consciente - como aquele "Demiurgo Platónico" organizador do caos original? Sendo este "Demiurgo" - Mente Organizadora - que polarizou a existência - para dar-lhe forma? Esse "Demiurgo" como uma projeção daquele Ente Todo Uno - Consciência Imutável, Indivisível e Eterna? Omnisciente - Omnipotente - Omnipresente?
Se como afirma Feynmam nós somos energia, musica e vibração. A formação do universo, por part daquela "Mente Universal Consciente" - não estaria magnificamente simbolizado por J.R.R. Tolkien - na sua novela "O Silmarilion" - quando ele descreve o Universo - como uma construção musical?
E, se a realidade se cria através dos nosso pensamentos, como nos ensinou Max Planck, para mudar esta realidade interior - de guerra - e exterior de combate, teremos talvez que ter em conta a nossa perceção da realidade: nossos sentimentos, sensações com relação a determinados eventos das nossas vidas.
E, se como nos ensinou Neville Goddard, no seu maravilhoso ensaio "O Sentimento é o Segredo" - nossas emoções criam os nosso pensamentos, talvez, primeiro teremos que por atenção naquelas emoções desequilibradas, em nosso interior. Harmonizar as emoções para harmonizar os pensamentos - e servir melhor a ressonância coletiva - para criar uma música mais adequada a boa convivência.
A VELHA MÚSICA
Este processo de transformação interior - lembra aquele primeiro trabalho de Hércules / Héracles - aquele controlar as éguas bravas (as emoções) que pariam cavalos selvagens (os pensamentos).
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